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sábado, 12 de abril de 2014
Pyron's Lair - Knights Of The Round
Neste episódio venha conosco ressuscitar a lenda do Rei Arthur neste clássico beat 'em up lançado pela Capcom nos arcades em 1991.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Pyron's Lair - Splatterhouse
Criado pelo colaborador Pyron
Para celebrar o Halloween falaremos sobre Splatterhouse, que é uma série de videogames da Namco onde o personagem principal, Rick, sai distribuindo bordoadas em hordas de monstros dos mais estranhos e nojentos.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Fornever - Primal Rage II
Lançado em 1994 pela Atari, Primal Rage chamou a atenção de vários jogadores, apresentando dinossauros no lugar de lutadores de karate ou ninjas coloridos. O game era na mesma linha do clássico Mortal Kombat, com muito sangue, finalizações e personagens digitalizados. Neste caso bonecos de dinossauros moldados em massa.
Em 1994, um pouco de sangue era uma boa receita para se criar um hit e Atari teve um bom retorno comercial com o game. Tanto nos fliperamas como nas versões para várias plataformas que existiam na época, desde portáteis a videogames domésticos. Com tanto sucesso, uma continuação seria eminente. E com isso começou na produção de uma sequência, que seria chamada obviamente de Primal Rage II.
domingo, 25 de agosto de 2013
Pyron's Lair - Fatal Fury / Garou Densetsu
Mais um Pyron's Lair no ar. Dessa vez sobre Fatal Fury, um jogo para arcade lançado em 1991, que surgiu como um dos primeiros grandes sucessos do recém lançado console Neo Geo pela SNK e depois se tornou uma das principais franquias dos jogos de luta.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Conspiracy - As mortes envolvendo o arcade Berzerk
A coluna Conspiracy não é creepypasta, é apenas sobre fatos documentados
Alan McNeil, um empregado da Universal Research Laboratories (uma divisão da Stern Electronics) teve um sonho uma noite, um sonho que envolvia um jogo em preto-e-branco onde ele tinha que lutar contra robôs. Esse sonho, mais algumas ideias pegas emprestado do jogo em basic Robots, foram a base para a criação de Berzerk, que teve seu nome inspirado em uma série de livros chamada 'The Berzerker Stories' de Fred Saberhagen, uma história sobre robôs que perdem o controle e matam todos os humanos a sua volta.
sábado, 6 de outubro de 2012
Nobody Plays #29 - Strider
Para o episódio de hoje, resolvi fazer um tipo de vídeo que vocês curtem bastante, mas faz tempo que eu não fazia um, que é a comparação de diferentes versões de um mesmo jogo. E o jogo escolhido foi Strider e suas versões para os consoles da Sega.
domingo, 15 de julho de 2012
Nobody Plays # 22 - Spider-Man
Mais uma vez atrasado, hoje entrego o vídeo sobre alguns jogos do Homem-Aranha. Foquei no jogo que joguei na infância, para PS1, e mostrei rapidamente outros títulos que achei interessantes.
sábado, 30 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Nobody Plays #18 - Alex Kidd: The Lost Stars
Vocês queriam Alex Kidd, mas Miracle World é um jogo muito normalzinho para o Nobody Plays, por isso hoje vocês ficam com a análise de The Lost Stars, um jogo, no mínimo, curioso.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Conspiracy - Polybius, o arcade assassino
Traduzido pelo colaborador Henrique
Polybius é um suposto game de arcade baseado em uma lenda urbana da internet. Ela envolve um fliperama, a CIA, epilepsia, suicídio e uma das maiores lendas em toda a história dos games. Muito antes da internet existir como conhecemos hoje, e muito antes do 4chan e seus boatos, houve a história de Polybius. Ela aparece de várias maneiras, cada uma um pouco diferente da outra e variam um pouco de acordo com os gostos ou memórias de quem conta. Mas todas tem algo em comum.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Nobody Plays #7 - Sunset Riders
No vídeo de hoje, jogo um pouco do clássico Sunset Riders, e comparo as versões dele lançadas no Arcade, Mega Drive e Super Nintendo.
domingo, 11 de março de 2012
TimeLine Super Mario - Parte 1: Origens
Texto traduzido por Mangekyou54 do Nerd, Uai!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
TimeLine Street Fighter - Parte 6: The New Generation
Texto agora traduzido pelo Mangekyou54 do Nerd, Uai!
Quando a história de que a Capcom iria rebotar completamente Street Fighter, e não incluir nenhum personagem clássico em sua continuação se espalhou, a reação dos fãs foi extremamente negativa, e fez com que os produtores repensassem um pouco a ideia. Ryu e Ken voltaram à lista de combatentes.
domingo, 15 de janeiro de 2012
TimeLine Street Fighter - Parte 3: The New Challengers
Cerca de 60.000 máquinas do arcade de SFIIWW foram enviadas para todo o mundo na época, um número não visto desde Donkey Kong. Centenas de milhões de Dólares começaram a entrar nas contas da Capcom. Nada se comparava com a versalidade e diversão proporcionadas por Street Fighter II.
Em SF I, o jogo competitivo era praticamente um bônus incluído, já no II ele era o grande destaque. Rapidamente os jogadores foram se especializando em seus personagens favoritos, sempre explorando as melhores táticas e até bugs para vencer seus desafiantes. Nunca um jogo tinha distanciado tanto os seus jogadores hardcore dos casuais.
domingo, 1 de janeiro de 2012
TimeLine Street Fighter - Round 1
Em 1982, a Konami contratou o jovem de 21 anos Yoshiki Okamoto, como artista gráfico da empresa, apesar do fato dele não gostar de videogames. Dois anos depois, ele recebeu ordens para criar um jogo de corrida, mas em vez disso, criou os clássicos shooters Time Pilot e Gyruss.... e, em seguida, pediu um aumento. Ele foi demitido no dia seguinte.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
TimeLine Street Fighter - Índice
Nesta série de matérias vocês conhecerão a história completa da série de jogos Street Fighter, desde suas origens até os grandes sucessos.
Para ler as partes da matéria, clique nos títulos ou nas imagens abaixo.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Friendship - A evolução dos jogos de corrida: A primeira década
No segundo post da coluna colaborativa do blog, trago um post do Fórum Neoseganet, do qual participo faz algum tempo. Esse post é do Road Warrior, um verdadeiro jogador old-school, que já jogava arcade antes de nós nascermos. Em breve trarei mas posts do Neosoganet (sempre com a autorização de quem escreveu), onde sempre surgem bons textos que merecem ser lidos por mais pessoas.
Se você quiser divulgar os posts de seu blog ou site aqui no Neogamer, como já fez o Blog Tecle #1, envie um email para neogamerbr@yahoo.com.br com o link do seu post.
Jogos de corrida. Os 10 primeiros anos, escrito por Road Warrior.
Dizem que primeiro game de "corrida" (ou quase) foi Astro Race (Asteroid misturado com corrida) desenvolvido pela Taito em 1973, bastante raro e ruim, alias todos os jogos que lembram uma corrida (do início a meados dos anos 70) eram ruins de jogar, efeitos sonoros eram algo raro, e sempre em preto e branco. Materiais sobre esses games são raridade, inclusive pela internet.
O primeiro "notável" foi o arcade Night Driver, lançado em 1976 pela Atari
Primeiro game de corrida com visão "interna", e também primeiro game de corrida com jogabilidade humana. Note que o capô do carro é na verdade um adesivo colado na tela, mas não se engane com a idade e a gambiarra do adesivo, Night Driver possui jogabilidade decente e bons efeitos sonoros.
Entre 76 e 80 saíram alguns games de corrida vistos "de cima", o melhor exemplo desse período é Monaco GP (não confunda com Super Monaco GP):
Monaco GP foi criado pela Sega em 1980, notem as mudanças na pista, ela vai ficando estreita, vai anoitecendo e etc, ótimo jogo, e raríssimo nos dias de hoje.
Ainda em 80, não podemos deixar de lembrar de Rally X, feito pela Namco, mas, foi a segunda versão desse game que realmente fez sucesso, New Rally X, 1981:
A música de New Rally X me faz voltar a ter 5 anos de idade, em 1983, na cidade de Balneário Camboriú-SC, existia um fliperama na terceira avenida (quase esquina com a Av. Central) exatamente ao lado da banca de revistas que existe até hoje, e que tinha New Rally X, lembro que ficava ao lado da máquina por gostar dessa musiquinha, lembranças de uma infãncia feliz.
Voltando ao tópico, ainda em 1981 é lançado o inovador Turbo:
Criado pela Sega em 1981, Turbo inovou com efeitos em escala (VEJAM, PRÉDIOS!) efeitos imitando descidas, a própria visão do carro era inovadora, e outros fatores gráficos imitados nos anos 80, 90 e usados até hoje, a jogabilidade é simples, preocupe-se apenas em desviar dos carros, a idéia era acelerar e curtir os gráficos (lembre-se, estamos em 1981).
Em 1982 a Namco lança Pole Position, sucesso nos fliperamas:
Em Pole Position o jogador tinha que diminuir a velocidade antes das curvas, sendo que os adversários também faziam isso, exigindo boa tática pra ficha não acabar logo, jogadores acostumados com Turbo penavam ao jogar pela primeira vez Pole Position, com isso esse arcade era jogado pelo pessoal mais experiente do fliperama, a piazada corria usando somente a primeira marcha, batia na primeira curva e coisas do tipo... tinha que ser "piloto" pra terminar em primeiro colocado.
Em 1983 a Activision lança o super clássico Enduro, para o sistema caseiro Atari 2600:
Até mesmo quem nasceu depois de 1983 jogou Enduro, era incrível ter esse game de corrida em casa, quem teve um Atari, teve (ou mataria alguém pra ter) Enduro.
1984 - Road Fighter da Konami:
Ótimo e viciante jogo da Konami, recebeu exelentes versões caseiras para Nes e MSX.
Em 85, Hang On:
Alta velocidade (mesmo) ótimos gráficos e boa jogabilidade tornaram Hang On uma figura comum nos fliperamas ao redor do mundo, o arcade em forma de moto era famoso, mais um sucesso da Sega.
Também em 85 tivemos o interessante "puzzle-race" City Connection:
Curiosidade: o carro no game é um Honda City daquela época.
Em 86 a Sega inova pra valer, lançando Out Run:
Melhor game, melhor gráfico, melhor trilha sonora e melhor jogabilidade dentre os games de corrida dos anos 80, o salto conseguido foi enorme, nasce aqui um grande clássico, o qual fecha com chave de ouro os 10 primeiros anos dos games de corrida.
Causos de uma época onde muitos aqui ainda não tinham nascido, na sequência nasce Super Monaco GP (Sega), Chace HQ (Taito), Turbo Outrun em 1989 e iniciando os anos 90 Race Drivi'n (Atari), logo chega Outrunners e por ai vai, mas isso fica pra outro dia.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Friendship [Underground] - Jogos de luta toscos que amamos
Este é o primeiro post da nova coluna do blog, a Friendship, onde outros blogs enviam seus posts para serem divulgados. Não deixem de prestigiar o seu trabalho comentando e visitando o Tecle #1. Quem quiser participar, é só enviar o link de um post de seu blog/site para neogamerbr@yahoo.com.br, mais informações aqui.
Jogos toscos que amamos, escrito por Mr Karate.
Survival Arts
Conheci esse jogo em uma casa de fliperama aqui da minha cidade que era bem barra pesada, só frequentava tipo os mais fortes. O local era infestado de trombadinhas e marcou bobeira seu dinheiro era roubado, seu boné ou tênis. Só frequentava esse local graças um amigo meu 3/4 que curtia ir jogar lá pelo preço da ficha que era mais barato e porquê também aqui na cidade era o único fliperama que tinha essa máquina.
Survival Arts é um game que veio na onda dos jogos de lutas com personagens renderizados com clima sangrento na melhor cópia do estilo consagrado por Mortal Kombat. Como pode se ver no vídeo não espere gráficos na mesma altura do concorrente nem tão pouco a movimentação que é bem tosca. Não sei como eu ainda achava graça em jogar isto, gráficos ruins, o som é pessimo e o designer das fases era horrível.
Quase todos os personagens eram cópias um dos outros, haviam dois ninjas, dois carinhas com estilo de luta equilibrado, e dois bruta montes que inclusive um deles nunca esqueço o nome Santana! Afinal de contas em quantos jogos de luta você já viu um personagem com o nome de Santana?
Way of the Warrior
Comentário do neogamer: Esse é o primeiro jogo produzido pela Naughty Dog, produtora que desenvolveu os primeiros jogos do Crash, Jak and Daxter e atualmente trabalha na série Uncharted. Uma grande evolução, não?
Quando o 3DO foi lançado havia em minha cidade apenas uma locadora que tinha o aparelho, o mesmo era disputado por todos pra apenas uma partidinha de 1 hora! Lembro que ia na locadora as sextas pra alugar minha fitinha de Super Nintendo e aproveitava e ficava horas vendo o pessoal jogando no 3DO, na epoca Fifa 96, Super Street, Samurai Shodown e Way of the Warrior eram os games disponíveis.
É incrível que hoje vendo o vídeo você percebe a tosqueira que era o game, com personagens com character design horrivel, golpes escrotos e movimentação disforme. Mas retrocedemos a meados de 1995! Cara isso era o MUST POWER dos videogames, nem preciso dizer que esperava de 2 a 3 horas na fila pra poder jogar 1 horinha disso ae!
Quando somos jovens somos tão bobinhos né? Hehe.
Shadow War of Sucession
Esse dispensa comentários. Desde sua apresentação que é uma CG de qualidade HORRÍVEL, até a concepção dos personagens totalmente pobre. O som do game, mesmo sendo em qualidade CD, algo que era supra sumo na época, é detestavel. Destaque para os personagens do vídeo da luta ae.
POW POW POW POW POW
NIAH! NIAH! NIAH! NIAH!
Kasumi Ninja
Kasumi Ninja é um dos que concorrem pau à pau na disputa de quem é o pior jogo de luta do Jaguar, finado console lançado pela Atari. Kasumi Ninja dispensa comentários, basta ver os gráficos ridiculos, movimentação horrível, uma trilha sonora que te faz vomitar. Agora o destaque pra esse jogo com certeza está na voz do locutor china!
SHO NO MERCY!
IMPAGAVEL!
Fight Fever
Para vocês terem uma ideia, na época eu dizia aos meus amigos que esse jogo era pirata! A cópia rola solta nesse game, logo ao se colocar a ficha você ouve o mesmo som do Art of Fighting 2 quando se inseria a ficha. Ao jogar o game aí a coisa piorava, existia um clone de John do Art of Fighting, com uma diferença que ele usava uma máscara de Jason! Havia uma cópia de Ryo Sakazaky e todos os personagens tem referencias a personagens clássicos de games da SNK. Até os cenários são plagiados de outros personagens de sucesso da SNK como você pode observar no vídeo.
Alguns anos mais tarde (mentira foi ao fazer esse review! hehe), descobri que esse game na verdade não é pirata, ele foi licenciado pela SNK e produzido por uma empresa coreana chamada Viccom. Que pra explicar tanto plagio assim, disse que resolveu homenagear os personagens famosos dos games de luta da SNK. Ele ganhou uma sequencia pra PC e 3DO que não teve a mesma divulgação que esse primeiro.
Double Dragon V
Quando esse game saiu pra Snes por incrível que pareça eu era louco pra aluga-lo. Nunca consegui encontra-lo nas locadoras aqui da minha cidade e quando achei já era quase fim de vida do Snes. O game é totalmente tosco com personagens que parecem mais terem saído da série das Tartarugas Ninjas do que do enredo que todos conhecem de Double Dragon. Detalhe pros nomes dos personagens como Countdown, Sekka e Blade.
Battle Master
Muitos aqui da velha guarda devem ter feito isso. Antigamente quando você alugava um game na locadora ficava com ele por um periodo de 2 dias, alugando numa terça por exemplo, você o devolvia na quinta. Quando alugávamos na sexta seria correto devolve-lo no domingo, né? Como as locadoras não abriam em dias de domingo, ficávamos com o game mais um dia! Yes!!!
Só que isso era uma tarefa árdua. Você tinha que chegar na locadora até por volta de umas 3 da tarde, após isso já eras, não se encontrava mais nada a não ser aqueles games ruins que ninguém queria. E foi isso que aconteceu comigo nesse dia, me atrasei e quando cheguei na locadora não havia mais nada nas prateleiras. Apenas esses games exclusos que ninguém alugava. Como não queria voltar de mãos vazias pra casa e ter que passar o final de semana jogando Super Mario World, que era o unico jogo que eu tinha, vi lá na prateleira Battle Master. Olhei as imagens da capa e pensei vou alugar isso aqui mesmo!
A jogabilidade do game já trazia elementos consagrados em jogos atuais. Como você repara no vídeo não existe pausas entre os golpes. É possivel disparar um hadouken e cancela-lo logo em seguida com um golpe tipo shoryuken. Os golpes podem ser executados em pleno ar a hora que você BEM ENTENDER. Outra coisa: depois prender o adversário no canto, era facílimo matá-lo com sequências infinitas! Pesquisando um pouco sobre esse game, descobri que na realidade Battle Master é baseado em um anime japonês de mesmo nome. Por isso que mesmo sendo tosquinho como game, ele tem uma variedade bem interessante de personagens.
Street Fighter the Movie
Comentário do neogamer: Vocês podem conferir aqui no blog a matéria com imagens dos bastidores da produção desse jogo.
Esse foi baseado no filme meia boca estrelado por Van Damme, que interpretou Guile. Assim como o filme, não espere nada de grandioso nesse game. A movimentação é travada e a jogabilidade que não lembra em nada a série Street Fighter. Algumas pessoas dizem que Street Fighter 3 não tem nada haver com Street, mas dizem isso porquê nunca jogaram essa quinquilharia aqui. Ele teve versões pra Arcade, Saturn e PS1, o que joguei foi no PS1.
Blood Warrior
Essa coisinha (não consigo dar outro titulo a esse jogo), foi lançado pela Kaneco pros arcades. Veja o video e veja o TOTAL NO SENSE que esse game é. A começar pela concepção dos personagens, tem uma Tartaruga Ninja, um ninja que parece ter saído dos Power Rangers e outra mina com garras que parece a irmã mais nova do Freedy Kruger. O que esperar disso? Nada! O game parece que está rodando em slow, pois a movimentação da tela parece travada. O som é dispensavel, enfim, se puder evite jogar isso um dia na sua vida!
Tattoo Assassins
Eu pensei que já havia jogado merda na minha vida mas Tattoo Assassins se supera! Produzido pela Data East em 1994 (nunca chegou a ser lançado, mas sua rom caiu na internet), veio no mesmo esquemão de Survival Arts e outros. Detalhe pra tela de seleção dos personagens! Confira no vídeo.
Power Athlete
Também conhecido como Power Moves no ocidente, esse foi um dos games que acabei alugando na sexta feira por falta de opção. Apesar de tosquinho Power Athlete trazia elementos inéditos até então pra um jogo de luta convencional (pelo menos pra mim, entendeu?). Existia um sistema de password, no modo pra um jogador, onde você enfrenta os personagens e cria um sistema de evolução parecido com os jogos de RPG.
Outro detalhe é que nesse game o plano de luta é totalmente livre, assemelhando-se muito com Fatal Fury 2. Por incrivel que pareça, esse game tem uma otima trilha sonora!
Pepoles é isso. Esse ae foram os games mais toscos que tiveram horas de jogatina na minha época de pivete. Se alguém conhece outros games toscos que jogava demais e ficou de fora aqui, é só colocar no seu comentário. Contribuam em favor da tosquice!
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Making of - Mortal Kombat 3
Continuando as postagens sobre o desenvolvimento dos jogos da série mortal Kombat, trago hoje um exelente making of gravado durante a produção do terceiro jogo. Vocês vão reparar a grande diferença se comparado com a produção do primeiro e do segundo jogo.
Em pouco tempo, mortal Kombat foi de um projeto amador para uma grande produção. Neste vídeo, vocês poderão ver, a equipe por trás da produção (incluindo o toasty), as gravações dos movimentos de alguns lutadores, dentre outra coisas.
Em pouco tempo, mortal Kombat foi de um projeto amador para uma grande produção. Neste vídeo, vocês poderão ver, a equipe por trás da produção (incluindo o toasty), as gravações dos movimentos de alguns lutadores, dentre outra coisas.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Os jogos do Capitão América - Parte 1
Assim como eu fiz na época do lançamento do filme do Thor, farei também um resumo da história do Capitão América nos games. Como ele é um personagem muito mais conhecido, e com muito mais jogos, o texto será dividido em duas partes.
Captain America in: The Doom Tube of Dr Megalomann (1987)
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