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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Talk Show do NeoGamer #28 - Jogos difíceis


No episódio de hoje, vamos falar das coisas mais difíceis que já jogamos. NobodyAsh, Hiro, Vila e Nicolas discutem sobre o nível de dificuldade dos jogos antigos e atuais.

Player:

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quinta-feira, 30 de março de 2017

Review: The Legend of Zelda - Phantom Hourglass


"Jogo que a Mont Blanc deveria patrocinar"

Sabe aquele jogo do duende verde que muita gente odiou? Aquele que era do não tão supremo Game Cube, mas imitava Meninas Superpoderosas? Então, Phantom Hourglass é a continuação.

Deixando o "mimimi" de lado, pois o tempo revelou que Wind Waker é um ótimo jogo e que cel shading é algo maravilhoso para vídeo games, o Zelda da Ampulheta Fantasma inicia exatamente onde seu predecessor terminou, com Link e Tetra viajando pelos mares atrás de um tesouro, momento em que a trama se desenrola.

domingo, 12 de maio de 2013

Nobody Plays Flash - Full Throttle (parte 2)

Hoje trago um vídeo bem simples mostrando meu avanço em Full Throtle após descobrir como passar do puzzle do guindaste/cachorro graças às dicas dadas por vocês nos comentários.

domingo, 5 de maio de 2013

Nobody Plays #40 - Full Throttle


Demorou, mas finalmente saiu o vídeo de Full Throttle. E com uma novidade, agora os videos principais do Nobody Plays sairão no canal dos meus amigos do Fórum Seganet.

domingo, 20 de maio de 2012

TimeLine Blizzard - Parte 2

Texto traduzido pelo Mangekyou54 do Nerd, Uai!

A Blizzard cultivou sua reputação de valor ao longo dos anos sempre colocando a qualidade dos seus jogos acima dos prazos. Como os jogadores foram rápidos em deixar claro, a empresa é administrada e composta de jogadores que se dedicam antes de mais nada a criar produtos incríveis antes de se preocupar com vendas e prazos. É uma doutrina invejável, e não são muitos os desenvolvedores que podem se dar ao luxo de segui-la. A busca da Blizzard pela perfeição deixou algumas casualidades pelo caminho, inclusive dois projetos notáveis que nunca viram a luz do dia.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Archeology - Desenho animado de Sam & Max


Sam & Max foram criados como personagens de quadrinhos da Lucas Arts, e apareciam em vários adventures da empresa (Monkey Island, Indiana Jones, ect) como pequenos easter eggs, até ganharem o seu primeiro jogo em 1993, Sam & Max Hit the Road.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

OBG - Grog XD


No vídeo old da semana, vou relembrar um dos maiores fails da história da mídia sensacionalista.

A história é a seguinte: Existe um grupo no Facebook dedicado ao Grog, bebida fictícia do jogo Monkey Island, obviamente uma brincadeira criada como tributo ao jogo.

quinta-feira, 3 de março de 2011

OldReview - Broken Sword: The Shadow of the Templars (1996)


Estou me tornando um grande fã de adventures, depois de ter jogado a maioria dos Adventures clássicos da Lucas Arts e os recentes da Telltale, resolvi partir para Broken Sword, uma série que eu queria jogar faz um tempo. Após ter descoberto que a versão Director's Cut tem algumas cenas retiradas ou censuradas e a melhora gráfica não foi tão grande, decidi jogar primeiramente a versão original com a ajuda do ScummVM.

Broken Sword lembra um pouco o terceiro Monkey Island, com ótimas animações em 2D, seus gráficos tem um estilo artístico muito bonito com lindos cenários desenhados à mão. A dublagem dos personagens principais é muito boa, já os personagens secundários, mesmo tendo uma boa atuação, tem suas falas captadas com qualidade visivelmente inferior. As músicas são bonitas e dão um clima bem legal ao jogo.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

TimeLine: Survival Horror - Parte I - Os pioneiros

 Atenção, a matéria abaixo contém fortes cenas de violência e multilação (extremamente toscas e pixeladas).

Survival Horror é um gênero definido não apenas pela mecânica de jogo, mas pelo tema, a atmosfera, a filosofia de design.  Os jogos de terror foram uns dos primeiros a abordar o design do jogo em termos de emoção e, como tal, foi um dos primeiros gêneros a fazer a ponte entre a arte e os jogos.

A Idade das Trevas

Os primeiros jogos que tentaram assustar os jogadores foram, na maior parte, Adventures. O primeiro jogo de Roberta Williams, Mistery House de 1980, adaptado de uma história de Agatha Christie, Além de um dos primeiros jogos de terror, foi um dos primeiros Adventures gráficos. Dois anos depois, foi lançado The Count, tematizado na Transilvânia, o jogo apresentava apresentando gráficos coloridos, muito bonitos na época.
Mystery Home e The Count

Os Adventures sempre interpretaram os gêneros literários bem diretamente, e nenhum destes jogos necessariamente alterou as bases do gênero. Eles podem ter sido realmente assustadores, mas eles não estavam usando a interatividade dos games para assustar de uma maneira diferente.

Haunted House para Atari mudaria isso. Ao contrário das tentativas anteriores, ele foi projetado desde o início com o medo em mente. Como o Atari 2600 era incapaz de oferecer gráficos e sons detalhados, James Andreasen inteligentemente colocou ênfase no que o que o jogador não podia ver, ao invés do que ele podia. Só os olhos do personagem eram visíveis na tela, e só se podia atravessar a escuridão com um fósforo aceso, que podia ser apagado tanto por uma brisa, quanto por um monstro que tivesse entrado na sala.

Fiel à filosofia de jogos de terror futuros, seu personagem era fraco e forçado a fugir dos monstros. Na verdade, ele não tinha capacidade de combate. Em vez disso, ele tinha de encontrar itens e procurar novas passagens entre os andares da casa, tudo ao mesmo tempo, evitando as coisas que faziam barulho. Isso colocava bastante pressão sobre o jogador e lançava dúvidas suficientes para criar um jogo tenso, que poderia, efectivamente, dar sustos, apesar de seus gráficos simples. Poderia ter sido o começo de uma carreira promissora para Andreasen, mas infelizmente ele foi uma das vítimas do crash de 83, e sua promissora carreira foi interrompida.


Durante a era negra do Atari 2600, o mercado foi inundado de jogos baseados em programas de TV e filmes da época, incluindo algumas das primeiras tentativas de interpretar a fórmula dos filme clássicos de terror dos anos 70 e 80 em jogos. A adaptação feita pela Wizard Video do filme Texas Chainsaw Massacre (O Massacre da Serra Elétrica) que colocava os jogadores na pele do homicida Leatherface era diferente dos jogos da época, mas a  adaptação que a empresa fez do filme Halloween era muito mais interessante.

Michael Myers era o unico inimigo, e o jogo era desprovido de combate real, com os jogadores sempre fugindo. As mortes por decapitação eram extraordinariamente sangrentas para a época, e a jogabilidade imprevisível, sempre surpreendendo com Myers saltando de trás de portas. Infelizmente, Halloween chegou no pior momento possível para o mercado jogos de Atari, e a Wizard Video estava nos seus últimos dias. Pouco tempo depois, eles estavam tão arruinados que os cartuchos foram enviados sem rótulo, com "Halloween", escrito à mão.

Com a próxima geração em voga, os videogames disponibilizavam um maior conjunto de ferramentas para transmitir imagens e sons assustadores. A Exidy, que já tinha começado sua primeira controvérsia sobre a violência em jogos com o jogo de 1976 Death Race, apareceu com outro polêmico jogo uma década mais tarde, em 1986. Chiller foi um jogo de tiro de light gun bem simples, mas a sua representação gráfica da tortura e violência era diferente de tudo que já tinha sido feito em jogos, os gritos emitidos pelas vítimas quando sua carne era arrancada de seu corpo eram de gelar o sangue. Chiller nunca inspirou muita controvérsia, grande parte devido ao fato de que não era popular (ou apresentável) suficiente para ficar num bar ou um Arcade.
Chiller

Outros jogos usaram a temática do terror, mas com uma jogabilidade mais clássica. Castlevania, Kenseiden e Splatterhouse foram todos lançados na segunda metade dos anos 80.

O primeiro título da série Castlevania foi lançado em 1986 pela Konami, foi um típico jogo de plataformas no qual o jogador assume o papel de Simon Belmont, um descendente do clã Belmont, uma família de caçadores de vampiros. Ele viaja para o castelo de Drácula, com o objetivo de destruí-lo. A principal arma dos Belmont é um chicote chamado "Vampire Killer", as armas secundárias disponíveis são adagas, água benta, machado e cruz-bumerangue. A série logo se tornou uma das  mais lucrativas e famosas da Konami.


 Kenseiden é um jogo para Master System criado pela SEGA e lançado em 1988. O personagem principal Hayato, é um samurai que tem que lutar contra feiticeiros e espíritos malignos que assolam o Japão do século 16. Sua história Começa quando os warlocks roubaram cinco pergaminhos secretos e a espada do Dragon Lord. Hayato, que tem sangue de dragão nas veias, deve recuperar os pergaminhos e espada e entrar no castelo e matar Oda Nobunaga.

Splatterhouse é um beat em up de arcade desenvolvido e publicado pela Namco em 1988. Devido à sua natureza violenta, o port de TurboGrafx-16 de Splatterhouse tinha um aviso de que o conteúdo era impróprio para crianças impresso na parte da frente da capa.




Ghost House da SEGA (Chapolim X Dracula na versão brasileira) foi um dos jogos mais interessantes desse período. Embora aparentemente um side-scrolling genérico, os estágios da casa mal-assombrada estavam cheios de armadilhas e segredos, e os inimigos eram rápidos, poderosos e intimidadores, forçando os jogadores a aprender os segredos da casa e usar a seu favor.
Ghost House

Perto do final da década, a Capcom lançou Sweet Home, inspirado no filme de terror japonês de mesmo nome. Embora fosse, um RPG com o tema de terror aplicado, ele fez um esforço real para se igualar ao seu irmão cinematográfico. Personagens que morrem no jogo não pôde ser ressuscitados, não existem muitos refúgios dos inimigos, como as cidades em um RPG normal. Embora possa não ter sido um verdadeiro Survival Horror, foi um passo importante na direção certa, e uma grande influência para Shinji Mikami na criação de Resident Evil.
Sweet Home


Fonte: IGN (inglês)

Fim da pate 1, para acompanhar as próximas partes da matéria, siga nosso Twitter.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fornever: Continuações de Full Throttle


Full Throttle: Payback

Payback seria um Adventure clássico assim como seu antecessor, e era planejado para ser lançado para PC e com um rumor de um port para Playstation 2. Depois de muta enrolação, a LucasArts cancelou o projeto em 2000.

O jogo teria sido uma sequencia oficial e continuaria a história do Full Throttle original. Como Tim Schafer, que dirigiu o primeiro jogo, já havia deixado a empresa na época, Larry Ahern, que também esteve envolvido no desenvolvimento do primeiro, foi nomeado o líder do projeto e Bill Tiller, o diretor de arte.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Remake - The Secret of Monkey Island


The Secret of Monkey Island


The Secret of Monkey Island é um Adventure desenvolvido pela Lucasfilm Games (atual LucasArts).O jogo foi lançado em Outubro de 1990, foi desenvolvido por Ron Gilbert, por Tim Schafer e Dave Grossman.
O jogo foi originalmente lançado em disquete para o Atari ST, Macintosh e PC (usando gráficos EGA). Meses após o lançamento, a versão PC foi re-lançada com gráficos VGA.

The Secret of Monkey Island: Special Edition

The Secret of Monkey Island: Special Edition foi lançado para PC, Playstation Network, Xbox Live Arcade e iPhone / iPod touch desenvolvido internamente pela LucasArts e lançado em 15 de julho de 2009. Essa edição especial apresenta nova arte de personagens e ambientes pintados à mão no estilo do original, com resolução 1920 x 1080 widescreen. Ele também apresenta trilha sonora re-gravada e re-masterizada, e conta com os dubladores originais de The Curse of Monkey Island, com Dominic Armato como Guybrush, Boyd Alexandra como Elaine, e Earl Boen como LeChuck.
A interface foi simplificada, escondendo a tabela de verbos e inventário que antes ocupava a parte inferior da tela. É possível alternar entre as versões de 256 cores e a nova versão de gráficos sem interromper o fluxo do jogo com o apertar de um botão.O jogo também incluiu Spiffy, o famoso cão da parte de trás da caixa do jogo original.





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