segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Top 5 Games que o Hermes jogou em 2016


Mais um ano passou voando e mais uma vez vou fazer a velha promessa de colocar a minha biblioteca da Steam em dia, pelo menos nesse ano não entrou mais jogos como de costume, mas no que reduziu em quantidade, ela aumentou em qualidade e agora apresento o que joguei de bom nesse ano tão sofrido de 2016.



1) OVERWATCH (PC)

Desde 1998, Blizzard não lançava uma nova IP, mas 2016 foi sem dúvida o ano de Overwatch, revitalizando um gênero já conhecido de jogadores menos casuais e conseguindo algo que muitos achavam impossível, desbancar League of Legends na Coreia do Sul.

O segredo é simples: é um game feito para todos.

Boa gama de personagens, mecânicas simples e vários modos de jogo, além de sempre ter atualizações gratuitas mantendo o espirito do game sempre na ativa.

  
2) WARFRAME (PC)

É um game F2P. Não é P2W.

É focado no cooperativo.
Warframe está no mercado a uns 3 anos e consolidou o modelo F2P( e mostrou como se faz um bom coop online Bungie e Ubisoft sem precisar sugar dinheiro com DLC a cada semana) e mostra como tem que dar as cartas: sempre com novidades e com módulos da história principal cada vez mais bem elaborados e bem executados.
Ele só tem um problema.
Eu não consigo parar de joga-lo


3) BIOSHOCK COLLECTION REMASTERED (PC)

Aquele jogo que você termina e te marca para sempre.
Os personagens marcantes, a história do mundo, a filosofia que ele te apresenta, Bioshock sempre foi para mim um game que queria poder apagar sempre da memória quando terminasse.

 E que sensação boa é aquela quando você se sente em casa.
Voltar pra Rapture nessa coleção realmente valeu a pena. 



4) MOTHER RUSSIA BLEEDS (PC)

Trilha Sonora do Fixions ()
Parece o irmão sombrio do Streets of Rage ( ✓)
Inspirado em Hotline Miami ( )
Não tinha como dar errado e não deu.
Atravessar meia Rússia socando a escória a humanidade e usando todo tipo de droga pra se manter em pé para a próxima luta, descreve bem esse game.




5) MAD MAX (PC)


Sou suspeito para falar, por que sou muito fã de games com cenário pós-apocalíptico a la Wasterland.
Mas o jogo baseado na obra que foi o pai desse gênero é sensacional.
Gostei bastante dele se colocar como uma continuação do “Fury Road” e de algumas sutilezas presentes, o fato dele sempre ficar “mad” em combate, quanto mais intenso o combate corpo a corpo mais insano ele fica e o estranha Griffa que faz Max sempre questionar seu progresso e suas motivações para continuar aquela aventura.
 
 

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